A senha para o CORAÇÃO DE DEUS!

Lembro-me de uma vez em que estávamos em casa e meu filho mais novo, nessa época com 2 aninhos de idade, me olhou com um olhar sério e me perguntou: “_Seu nome é Julio?”

Alguém tinha acabado de me chamar no portão de casa, por isso a pergunta dele. “Sim, filho,” eu disse, “mas você me chama de papai.”

Ele enrugou o nariz naquela expressão “_Não entendi!” e ficou por alguns segundos assim e depois, balançou a cabeça e disse: “_Mas o nome é Julio?”

Poderia dizer que ele estava tendo problema em entender isso.  Ele só me conhecia como pai. Como eu poderia ter qualquer outra identidade, qualquer outro nome, além do que ele sempre soube?

Eu disse: “_Filho, meus amigos me chamam de Julio, as pessoas que não me conhecem, me chame de Julio, mas meus filhos me chamam de papai. Só meus filhos podem me chamar de papai. E é isso que eu quero que você me chame. ”

Veja só, “Papai” é quase um “nome santo”, separado, reservado para os filhos.

Quando Jesus estava ensinando seus discípulos a orar, ele disse que eles deveriam se dirigir a Deus desta maneira: “Pai nosso que está no céu.” Aqui, a palavra grega usada para “pai” é “pater”.

Mas muitas vezes, quando Jesus fala com o Pai, Ele usa tanto o “pater” (grego) e a palavra “abba” (aramaico). “Abba, Pater!” “papaizinho!” Algumas das primeiras palavras que as crianças aprendem como dizer.

Agora, uma vez que Jesus estava ensinando seus discípulos a orar ao Deus de todo o universo, você não esperaria que ele lhes ensinasse a mais potente e honrosa forma de se dirigir a Ele?

Seria de se esperar que ele dissesse: Jeová Shalom, ou El Elyon, Adonai, Senhor, Criador, Rei! Mas, em vez disso, Ele nos ensina a falar com o Pai.

Por quê? Talvez porque “Papai” é o nome mais comovente, mais honroso, mais poderosa de Deus, aquele que Ele escolhe sobre todas as outras formas, o que Ele ama ouvir dos lábios de Seus filhos.

Você pode nunca ter pensado nisso dessa forma, mas “Pai” pode ser uma das palavras mais poderosas que você vai falar.

Quando eu ouço alguém chamar o nome Julio, eu sei que alguém está me chamando, mas poderia ser um amigo, um conhecido ou talvez até mesmo um completo estranho. Mas quando ouço “Papai,” Eu sei que estou a ouvir um dos meus filhos. Ninguém chama mais a atenção do meu ouvido, ninguém chama mais a atenção do meu coração do que meus filhos.

Jesus deu a vida para que tenhamos um relacionamento de intimidade com Deus. O Criador do universo, enviou o Seu Filho na cruz para que você pudesse ser seu filho e ter o direito de chamá-lo de pai.

Então, quando você chama “Pai nosso que estás no céu”, você pode ter a confiança de saber que você tem instantaneamente a atenção, ou ouvidos do seu Deus pai. Você acaba de dizer a senha para o Seu coração.

“E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.” Gálatas 4:6

Uma reflexão sobre Doutrina

“Doutrina” significa “alguma coisa ensinada, ensinamentos, instrução; os princípios da religião que são ensinados; ou mais literalmente: “ensinar a essência”.

A “doutrina” evangélica se refere as verdades da Palavra de Deus que nos foram ensinados. A palavra “doutrina” é usada mais de cinquenta vezes na bíblia (versão atualizada), como podemos ver em Atos 2:42 onde lemos: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.”

Muitos tem confundido “Teologia” com “Doutrina” e na verdade são coisas diferentes.

Teologia significa: o estudo de Deus, das doutrinas religiosas e dos assuntos pertinente a divindade.” Teologia é uma combinação sistemática e lógica de fatos certificados apresentados de forma ordenada e lógica.

Enquanto a Teologia se refere principalmente ao conhecimento da verdade de Deus, a doutrina denota a prática dela. Vejo na orientação de João 13:17 a apresentação destas duas na vida do crente: “Se sabeis estas coisas (teologia), bem-aventurados sois se as fizerdes (doutrina).”

Antes de tratarmos essencialmente de doutrina, quero mostrar como a teologia se divide, que inicialmente, é em 6 partes:

  1. Teologia Exegética:

    “Exegese” significa “conduzir, dirigir”. Se tratando de teologia, se refere à análise e interpretação das Escrituras. A teologia exegética trabalha com o conteúdo bíblico, arqueologia bíblica, introdução bíblica e hermenêutica bíblica.

  2. Teologia Histórica:

    Estudo da história bíblica, história da igreja e história da doutrina.

  3. Teologia Dogmática:

    Trata-se do estudo daquilo que é colocado como “credo” da igreja, Dogma é um termo de origem grega que significa literalmente “o que se pensa é verdade”. Na antiguidade, o termo estava ligado ao que parecia ser uma crença ou convicção, um pensamento firme. A diferença entre dogma e doutrina é esta: Dogma é a declaração do homem de uma verdade colocada (como um credo), doutrina é a revelação de Deus da verdade como encontrada nas escrituras.

  4. Teologia Bíblica:

    Estuda as verdades através dos Livros da Bíblia, vista de várias formas, nas quais, cada um dos escritores apresentam doutrinas importantes. É uma comparação progressiva quando tratamos de uma doutrina, por exemplo: Doutrina da Expiação, a teologia bíblica mostraria como ela se apresenta no Antigo Testament, nos Evangelhos, em Atos e nas cartas (epístoloas) de Paulo, Pedro, Tiago e João.

  5. Teologia Sistemática:

    Se preocupa com a organização ordenada em tópicos das doutrinas concernentes a Deus, ao homem, aos anjos, ao pecado e a salvação. É uma sistematização da maioria das doutrinas fundamentais da teologia bíblica.

  6. Teologia Pastoral:

    Também chamado de prática pastoral, nos seminários, trata da obra pastoral como: educação cristã, administração eclesiástica e etc. Seu alvo é na prática da teologia da regeneração, edificação e educação do homem.

Agora que você conheceu um pouco do que se trata a teologia, quero focar no assunto doutrina.

Precisamos entender qual o propósito da doutrina na vida cristã. No início do evangelho de Lucas é apresentado o propósito da doutrina e da teologia também:

Tendo, pois, muitos empreendido pôr em ordem a narração dos fatos que entre nós se cumpriram, segundo nos transmitiram os mesmos que os presenciaram desde o princípio, e foram ministros da palavra, pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio; Para que conheças a certeza das coisas de que já estás informado“. (Lucas 1:1-4)

Analise comigo:

  • “Pôr” – é extrair uma narrativa
  • “Em ordem” – significa de forma a ser entendida, em sequência;
  • “Uma narração” – uma declaração completa dos fatos;
  • “Daquelas coisas que entre nós se cumpriram” – coisas pertinentes ao evangelho de Jesus Cristo;
  • “Informado” – significa: oralmente instruído; Vem do grego “Katecheo” que significa: “instruir fazendo perguntas e corrigindo respostas”. A palavra catecismo é derivada dela; A palavra “informado” ou “instruído” é usada também em Lucas 1:4; Atos 18:25 e Romanso 2:18.

O propósito dos estudos doutrinários e teológicos colocados em uma ordem sistemática é para instruir, informar os crentes para que ele possa conhecer a certeza destas verdades; É para encoraja-lo a batalhar “pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 3).

É importante reconhecer que nenhum homem pode limitar Deus a meros “artigos de fé” ou “declarações doutrinárias”, pois agradou a Deus, revelar-se nos 66 livros da bíblia ao invés de em alguns artigos doutrinários.

Continua…

Oração e Comunhão

Nossa vida inteira deve ser estabelecida sobre o fundamento de uma comunhão pessoal, profunda e íntima com Deus.  Uma ligação permanente, que não conhece barreiras. 1 Co 6:17 diz: “aquele que se une ao Senhor é um espírito com Ele”.  Ao colocar em nós o Seu Espírito, Deus estava tornando possível uma comunhão constante conosco.  Oração e Comunhão não podem ser separadas.  Oração é Comunhão!

As vezes ouvimos a frase: Orar é falar com Deus!  Definição muito simplista.  Podemos fala com um monte de gente e isso não significar nada para nós. Conversamos com conhecidos na igreja, no bairro e até mesmo estranhos e logo nos esquecemos completamente.  Isso nos mostra que nem todo que conversa comunga; mas todo que comunga, conversa.

Comunhão fala de ligação, de amor, de afinidade, convivência, comunicação, diálogo…  Oração é o encontro de Deus com seu filho(a), numa comunhão de amor.

A palavra “comunhão” no grego “Koinonia”, significa “compartilhar”, “coisas em comum”.  Manter comunhão com Deus, portanto, exige identificação com Ele, ter coisas em comum com um Deus.  Mas como podemos ter coisas em comum com um Deus tão santo, maior que tudo o que a nossa mente pode imaginar?

Deus jamais se identifica com nosso pecado, a fim de comungar conosco!  Então Ele realizou um milagre maior que o da criação do homem: Em Cristo, pelo Seu Espírito, Deus recria nosso espírito morto e planta nele a Sua semente, Sua natureza, Sua vida, e nos transforma em santuários onde, pelo Seu Espírito, Ele habita e mantém comunhão conosco. (1 Pe 1:23; 1 Co 3:16)

Pela recriação do nosso espírito (Novo Nascimento) passamos a ter algo em comum com Deus: Sua vida em nós. (1 Jo 5:11,12; Rm 8:14)  Esta vida reside em nosso espírito.  Porque Deus é Espírito (Jo 4:24) e nos faz semelhantes a Ele, podemos ter comunhão.  Somos seres espirituais. A vida de Deus está em nós.  E essa vida que entrou em nosso espírito é da mesma qualidade da que está nEle. (1 Jo4:2; Rm 8:9)

É essa vida de Deus em nosso espírito recriado e habitado pelo Espírito Santo, que nos coloca na posição de comunhão.  Alcançamos, então, a posição de filhos. Uma vez filhos, Ele quer levar-nos ao verdadeiro relacionamento de Pai e filho, em comunhão de amor e completa intimidade. (Jo 1:12)

A posição de filho nos garante o direito de desfrutar o lugar da comunhão.  Mas é o cultivo desta comunhão que nos leva a desfrutar dos privilégios e responsabilidade da posição de filhos de Deus.  Deus nos gera em Cristo afim de viver em nós, pelo Seu Espírito. mantendo conosco um relacionamento pessoal, intimo e profundo, expressando-se em nós e através de nós aqui na terra.  Somos chamados a participar de Sua própria vida, e isso só se tornará realidade na experiência de cada dia, na proporção do tempo usado no exercício de oração e meditação na palavra, numa atitude de absoluta rendição e obediência.

Nossa verdadeira felicidade como filhos, só encontra expressão quando andamos na presença de Deus, em comunhão.  Quando a atitude e o tempo para tal nos faltam, a vida se enche de conflitos.  Quando a comunhão é mantida, há uma paz interior, uma força, uma serenidade de espírito, e nos tornamos cada vez mais identificados com Cristo, refletindo em nosso viver Sua própria imagem.

Se comunhão com Deus implica em ter coisas em comum com Ele, à medida que crescemos na semelhança com Jesus é que a ligação se intensifica.  E Deus nos deu o Seu Espírito exatamente para possibilitar esse crescimento. (2 Co 3:18)

O Espírito Santo é que torna Jesus real em nossa experiência; é Quem no leva A presença do Pai; é Quem assiste em nossa vida de oração (Rm 8:26); é Quem Jesus enviou para estar conosco  e em nós (Jo 14:26) assistindo-nos em nossa vida de comunhão com Deus e no desempenho do serviço cristão.  Ele habita em nosso espírito e é aí que a comunhão e as comunicações com Deus se tornam uma realidade.

Há uma grande necessidade de crescermos na comunhão e na intimidade do Espírito Santo, aprendendo a discernir Seus impulsos e Sua voz em nosso espírito, movendo-nos de acordo com eles.  Nossa afinidade com Deus crescerá a medida que nos submetermos ao Seu Espírito. E o alvo do Espírito é levar-nos para Deus, transformar-nos cada vez mais na imagem do Senhor Jesus, até que alcancemos a estatura do Varão Perfeito. (Ef 4:13)

 

Relacionamento com Deus. Você realmente tem um?

Fui amplamente confrontado nestes dias, com este princípio: Relacionamento com Deus!

E me lembrei de quando Deus me incomodou (na verdade ainda incomoda) a de forma bem explicada, manter um projeto de vida, não aqueles que visam chegar num ponto futuro, alcançar algo mais pra gente e etc., mas sim o meu dia-a-dia. Isso mesmo, a minha vida diária, o que faço para Deus diariamente. Não estar limitado apenas aos cultos, reuniões e encontros com o povo de Deus, aliás, há uma grande diferença entre “encontrar-se com o povo de Deus” e “encontrar-se com Deus”.

Não quero aqui invalidar as reuniões e os encontros com o povo de Deus, há uma benção muito grande vinda de Deus quando isso acontece, o problema é quando ficamos limitados a apenas nos relacionarmos com Deus nestes momentos. Quando a igreja se reúne, algo de bom acontece e isto é fato. Lembro-me de uma música antiga que dizia: “Quando o povo de Deus se reúne, uma coisa certa vai acontecer: o Espírito de Deus se alegra e logo começa a derramar poder!”. Isto é a mais pura verdade. Há no coração de Deus uma grande alegria quanto acontece o ajuntamento do seu povo para adorá-lo. Mas fui confrontado exatamente no que acontece entre estas reuniões.

Durante minha adolescência e juventude sempre tive uma vida muito ativa na igreja, e isso alegra muito o meu coração. Havia quase que diariamente, algo a fazer na igreja. Fosse uma reunião de departamento, fosse um ensaio ou um culto propriamente dito, havia sempre uma atividade na igreja. Isso, por algum tempo, me pareceu uma forma de eu estar me relacionando com Deus através destas atividades, mas a verdade querido, é que durante anos, eu trabalhei para o templo de Deus, para os irmãos da casa de Deus e para os meus próprios projetos dentro da casa de Deus, mas pouco fiz para Deus.

Fiz muito por Deus, mas pouco para Deus!

A verdade é que tudo aquilo, apesar da boa intenção, na maioria das vezes, era para a minha própria satisfação, para agradar a outros e até por “costume”. Havia uma falsa sensação de que estava fazendo para Deus, mas sinceramente esta não era a verdade.

Não me tenhas por completamente carnal, havia a intenção, o desejo, a vontade que Deus recebesse este tempo disponibilizado em sua obra e pela misericórdia, Ele muito me abençoou por isso. Eu tinha no coração que estava fazendo para Deus por isso sempre cuidei em fazer bem e com qualidade e tenho colhido muitos frutos deste meu “doar” tempo e talento para a casa de Deus, mas chegou um tempo em que Deus me levou a entender que tudo isso não substitui uma vida diária com Deus. Debaixo da graça de Deus, temendo e tremendo diante d’Ele, eu me arrisco a dizer que é melhor ter uma vida verdadeira e genuína num relacionamento com Deus do que uma vida ativa na obra da igreja.

É claro que ter um relacionamento íntimo com Deus, vai levar você a trabalhar incansavelmente pelo reino de Deus e o melhor lugar para fazer isso é a igreja. O problema é quando esta relação é invertida. Trabalhar incansavelmente na igreja, não leva você a ter um relacionamento íntimo com Deus.

Quero reproduzir aqui o texto de Malaquias 1:6-10 – “O filho honra o pai, e o servo, ao seu senhor. Se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o respeito para comigo? – diz o Senhor dos Exércitos a vós outros, ó sacerdotes que desprezais o meu nome. Vós dizeis: Em que desprezamos nós o teu nome? Ofereceis sobre o meu altar pão imundo e ainda perguntais: Em que te havemos profanado? Nisto que pensais: A mesa do Senhor é desprezível. Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E, quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável? – diz o senhor dos Exércitos. Agora, pois, suplicai o favor de Deus, que nos conceda a sua graça; mas, com tais ofertas nas vossas mãos, aceitará ele a vossa pessoa? – diz o Senhor dos Exércitos. Tomara houvesse entre vós quem feche as portas, para que não acendêsseis, debalde, o fogo do meu altar. Eu não tenho prazer em vós, diz o Senhor dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oferta”. – Malaquias 1:6-10 

O que me chamou a atenção neste texto é que havia aqui um princípio de obediência às ordenanças de Deus. Eles estavam fazendo sacrifícios.

Trazendo para nossa realidade, podemos dizer que eles estavam participando das atividades da igreja, se músicos, estavam tocando nos cultos a noite, estavam sacrificando para Deus seu tempo, seu talento e etc., mas não perceberam que seus sacrifícios estavam fora da direção de Deus. Estavam desagradando a Deus e não percebiam, por isso perguntavam: “Em que desprezamos nós o teu nome?”.

Confesso que quando o Espírito Santo me trouxe esta palavra, meu coração se entristeceu porque eu realmente tinha uma boa intenção para com Ele. Mas eu estava enganado.

Uma vez ouvi de um chefe a seguinte frase: “empenho não é desempenho!”. E era isso que estava acontecendo. Eu me empenhava bastante no reino de Deus, mas meu desempenho diante d’Ele não era bom.

No texto de Malaquias citado acima, Deus chega a declarar que era melhor não terem feito nada, terem fechado as portas do templo do que oferecerem os sacrifícios que estavam oferecendo.

Queridos, como temos oferecido nossos sacrifícios diante de Deus? Como esta o nosso altar? Sinceramente, todos os cantinhos de sua mente e coração, estão limpos e governados pelo Espírito Santo?

Se você chegasse hoje a noite na igreja e no telão, fosse mostrado em vídeo, o seu dia, qual seria a sua reação: você ficaria preocupado e com medo do que seria mostrado ou ficaria feliz em poder compartilhar com os irmãos o quanto Deus o abençoou e como você foi honesto, correto, benigno, paciente… ou seja: crente, durante todo o dia?

Há um chamado para nos santificarmos nestes dias. Há uma promessa sobre isso, e diz que “o Senhor fará maravilhas no meio de nós” (Js 3:5). Andemos diante do Senhor com o coração limpo, santificado. Tenhamos em nossa mente apenas aquilo que nos traz esperanças. (Lm 3.2).

Faça uma análise de seu dia, verifique quanto dele você dedica a Deus através da oração e da leitura da palavra.

A oração é o meio pelo qual você fala com Deus, a leitura bíblica, geralmente, é o meio pelo qual Deus fala com você.

Lembre-se: Muita oração: muito poder. Pouca oração: pouco poder!

Que o Senhor nosso Deus, nos leve a uma vida diária de intimidade com Ele. Que possamos entender que caminha com Cristo é muito mais do que participar de cultos e reuniões na igreja, mas é ter as atitudes que Ele teria se estivesse (e saiba que está) ao nosso lado.