Treinamento de Lideres

A FONTE DE ENERGIA DO LÍDER!

Escrito por JulioCozini

A FONTE DE ENERGIA DO LÍDER!

Uma falta de energia pode ser desastrosa!

Hospitais e outros serviços essenciais possuem geradores de reserva em caso de falta de eletricidade.  Estes equipamentos devem manter tudo funcionando, porque vidas dependem disto. A energia e os meios para utilizá-la são vitais em uma sociedade industrializada.

Os líderes devem estar cientes de que precisam de energia para manter seu grupo, seus liderados e a si mesmos em movimento. Mas qual é a fonte de poder do líder para tudo isso?
O próprio Deus!  E podemos dizer que o gerador dessa energia é o que chamamos de Comunhão

O apóstolo Paulo disse a uma das igrejas que o sustentavam:

“Tudo posso naquele que me fortalece”. Filipenses 4:13.

Davi, séculos antes, declarou:

“Deus é a minha fortaleza e a minha força, e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho.” 2 Samuel 22:33.

Deus mesmo é a nossa fonte de força, mas a comunhão com Ele é que “liga a chave” e torna o poder operante e efetivo em nossa vida.

A grande escola para a liderança de Davi como rei, foi o tempo que ele passou a sós com Deus, quando ainda era um jovem pastor de ovelhas.

Anos e anos a sós com Deus prepararam Davi para a  liderança sob a direção de Deus.

Ele certamente havia visto líderes em ação, primeiramente vivendo no palácio ainda menino, mas seu tempo com o Senhor foi de maior valia do que seu tempo com as pessoas.  Como líder do exército e administrador da nação, Davi possuía pouco preparo. Não teve oportunidade de cursar nenhuma universidade, mas conhecia a Deus.

E é nesta área que o diabo mais concentra seus ataques.   Ele não se importa muito se você participa de seminários, conferências ou encontros, ou mesmo se você não falta em nenhum culto se você não busca a comunhão com Deus.

Mas quando você leva a sério o conhecer a Deus através de uma comunhão íntima, prepare-se para uma guerra. Sua agenda começará a ficar lotada com assuntos urgentes e imprevistos. Você ficará muito ocupado para ter comunhão com o Senhor.

Por que o inimigo de nossa alma ataca tão furiosamente o tempo que o líder reserva para ter com Deus?  Por causa da importância vital que esse tempo tem na vida do líder.

Você pode perguntar quais são as recompensas espirituais que recebemos, se formos fiéis em nossa comunhão com Ele?  Para responder, precisamos fazer outra pergunta: Qual é o propósito maior do homem sobre a terra?

A resposta está em Isaías 43:7:

“… todos os que são chamados pelo meu nome, que criei para minha glória, que formei e fiz”.

“O objetivo principal do homem é glorificar a Deus.”

As pessoas freqüentemente recitam esta declaração de fé, mas nem sempre sabem na verdade o que ela significa na vida diária.

Deus originalmente criou pessoas para glorificar seu nome.  Criou seres humanos à Sua imagem para que tivessem comunhão com Ele.  Mantinha uma comunhão íntima com Adão e Eva no jardim.  Mas então eles pecaram, desobedecendo-O e trazendo desonra ao Seu nome.
A imagem foi desfigurada, e a comunhão quebrada.

Mas no tempo certo, Deus deu um passo decisivo para recriar nas pessoas a possibilidade de novamente darem glória ao Seu nome.

Seria possível haver alguém que, em cada pensamento, palavra e atitude trouxesse glória a Deus, a cada momento, todos os dias e anos de sua vida? Sim.  Essa pessoa foi o Senhor Jesus Cristo.

Em sua oração ao Pai, Ele disse sobre si mesmo:

“Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer” (Jo 17:4).  

Portanto, se desejo atingir meu alvo principal na vida, que é glorificar a Deus, devo ser transformado mais e mais à Sua imagem, para tornar-me como Cristo.

O desejo do coração de Deus é que nos tornemos como Seu Filho.

“Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8:29).

Isto glorifica a Deus.

Como posso então tornar-me semelhante a Cristo?  Como alguém pode tornar-se semelhante a outra pessoa?  Estando ao seu lado, conversando com ela, fazendo coisas juntos.

Você conhece um casal que tenha convivido durante 50 anos e esteja celebrando bodas de ouro?  Eles não apenas agem de modo semelhante e apreciam as mesmas coisas ou têm gostos semelhantes; eles chegam até a se parecerem fisicamente um com o outro!

Lembro-me de um dia quando fui visitar um padrinho de casamento no Rio de Janeiro, e quando eu cheguei em sua casa ele ainda não havia chegado do trabalho e sua esposa me recebeu em sua casa. Estávamos conversando sobre alguns assuntos quando de repente ela disse: “Isso é um grande “embuche”!

Grande embuche! – eu pensei – que palavra diferente. Era uma palavra própria do quartel , pois seu marido é ex-PQD, paraquedista do exército e aquela palavra fazia parte do dialeto dele. E lá estava ela falando aquilo. Ela havia começado a incorporar seu vocabulário do exército.  Então, ele chegou em casa e eu fiquei também admirado de ver como a vida dela, havia influenciado a dele.  Eles estavam vivendo juntos em comunhão um com outro e estavam ficando parecidos.

O mesmo ocorre conosco, em nosso relacionamento com o Senhor. Para que sejamos “conformes a imagem de seu Filho”, devemos investir tempo a sós com Ele em comunhão pessoal.  Líderes que fizerem isso, que construírem uma vida devocional, diferente de uma vida “de improviso”, estabelecerão contato direto com Deus e serão poderosamente usados por Ele.  Deus busca tais pessoas.

Ele diz em (Ez 22:30):

“Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei”

Quando Deus encontra uma pessoa que coloca como prioridade de vida a comunhão dinâmica, pessoal e íntima com Ele, seu poder, direção e sabedoria são direcionados para e através dessa pessoa.  Deus encontrou alguém através de quem pode mudar
o mundo.

Três elementos básicos caracterizam a vida de comunhão com o Senhor.   E o primeiro deles é A Palavra de Deus.

Deus fala conosco por meio de Sua palavra.  Paulo escreve em 2 Timóteo 3:16-17. “Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”

Devemos entrar dentro da Palavra e ela deve entrar dentro de nós.  Mergulhamos na Palavra ao ouvir pregações, ao lê-la, estudá-la e memorizá-la.  Também a assimilamos através da meditação, incorporando-a em nossa vida espiritual.

Como no alimento físico, não é o que ingerimos que nos afeta, mas o que digerimos e assimilamos.  Isso é meditação.  Meditar é aprofundar-se na Palavra, revolvê-la em nossa mente, ir além da superfície. No Salms 119:97 o salmista diz:

“Quanto amo a tua lei! É a minha meditação todo o dia”.

Quando criança uma vez, fui com o colégio visitar o morro do Pão de Açucar no Rio de Janeiro. É um lugar lindo e cheio de histórias… lembro-me que a professora que nos levou nesse passeio era nova e de um porte atlético, bom preparo físico. E nós, crianças, estávamos cheios de energia também.  Me lembro que aquele passeio não durou mais do que duas horas. Em duas horas conhecemos os dois morros principais do pão de açúcar.

Naquele passeio realmente adquirimos uma visão panorâmica de lá, mas será mesmo que o vimos? Será que nós realmente conhecemos o Pão de açúcar?

Alguns anos mais tarde, minha esposa e eu voltamos, para passearmos novamente naquele lugar, mas dessa vez, levamos uma manhã inteira conhecendo o lugar.  Vi e absorvi a beleza e a majestade de lugares ali, por entre as quais havia praticamente corrido na primeira visita.  Desta vez, minha alma foi tocada pela paisagem.  Tive tempo para realmente observá-las, experimentá-las, sentir o significado e a mensagem delas.

Assim é com a Palavra de Deus.  Se corremos os olhos apressadamente pela Bíblia para cumprir nosso programa de leitura, ou rapidamente “passamos” o estudo para nosso GV, se olhamos para o relógio esperando que o culto termine depressa a fim de corrermos para alguma outra atividade, quase nada acontecerá em nossa vida.  É como sair em disparada por entre os corredores do pão de açúcar.  Nós a vemos, mas na verdade, não a vimos.  Mas se abrirmos a Palavra e dermos tempo para que o Espírito de Deus toque nossa vida, para que possamos absorvê-la em nosso coração e ver Sua grandeza e formosura, estaremos em verdadeira comunhão com Deus.

O Senhor quer comunicar-se conosco através de sua Palavra. Se gastarmos tempo para meditar, experimentaremos a profundidade e a imensidão da mensagem, e o Espírito de Deus falará conosco e nos moverá.

E aqui um ponto importante.  É Deus quem faz isso, não as palavras que estão impressas no papel.  Ele usa Sua Palavra como um meio, um instrumento para comunicar-se conosco.
Ouça o que diz o SaImo 119:25: “A minha alma está apegada ao pó: vivifica-me segundo a tua palavra”.  Observe que é o próprio Deus quem pode vivificar o salmista.  É Ele utiliza Sua palavra como um instrumento para fazer isso.

Precisamos desenvolver amor pela Palavra de Deus. “Quanto amo a tua lei! E a minha meditação todo o dia” foi o versículo que citamos de SaImos 119:97.  Foi o amor à Palavra de Deus que impeliu o salmista a meditar nela.  É aí que tudo deve começar.

Peça ao Senhor que lhe dê amor e encanto por Sua Palavra.

“Guia-me pela vereda dos teus mandamentos, pois nela me comprazo” diz o Salmo 119:35).

“Aleluia! Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor, e se compraz nos seus mandamentos” (Salmos 112:1).

“Terei prazer nos teus mandamentos, os quais eu amo”. (Salmos 119:47).

Líderes dignos de sua vocação e que irão verdadeiramente conduzir outros em sua caminhada espiritual devem ser pessoas da Palavra.

O segundo elemento da comunhão é a oração.

Deus fala conosco através da Sua Palavra, e nós falamos com Ele através da oração.

Algo a ser lembrado é que há orações que movem a mão de Deus, e há outras que não têm efeito algum. Qual é a diferença?

Jesus falou sobre diferentes tipos de oração em uma parábola.  Ele disse assim:

“Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um fariseu e o outro publicano. O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: O Deus, graças te do porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta, será humilhado; mas o que se humilha, será exaltado” (Lc 18:10-14).

É interessante como os filmes usam a música para causar um efeito em nós!  Quando a situação fica tensa, a música fica tensa;  Quando a situação é de ação, a música rápida nos faz entrar no clima…  Quando as coisas ficam triste, então uma melodia triste nos faz entrar no clima e muitas vezes nos leva ás lágrimas. A música no cinema são usadas para “causarem efeito”.

Assim é na parábola de Jesus.  O fariseu orava meramente para tentar causar efeito, como um meio para impressionar, e Jesus disse: “Ele orou de si para si mesmo”.  O publicano, por sua vez, lidava diretamente com Deus. Ele orou com efeito, a fim de alcançar algo. Este é o tipo de oração que devemos oferecer a Deus.

Tiago 5:16 declara:

“Muito pode, por sua eficácia, a súplica dos justos”.

Para ser efetiva, a oração tem de ser fervorosa.  Isto é ilustrado por um incidente na Igreja Primitiva (At 12:1-12).  Herodes havia iniciado seu reinado de terror e perseguição aos cristãos.  Já havia mandado matar Tiago, irmão de João, e preparava-se para fazer o mesmo com Pedro, que estava na prisão, seguramente guardado por dezesseis soldados.  Mas seus irmãos oraram por Pedro, e, como resposta, o Senhor enviou um anjo para libertá-lo.

Várias traduções usam palavras diferentes para descrever o tipo de oração que foi oferecido naquele momento.  Mas a palavra usada no original para descrever a oração que aqueles irmãos faziam é a mesma empregada para descrever, por exemplo, a intensidade do sentimento de alguém que está sendo dilacerado em uma mesa de tortura.

A razão para essa fervente oração é óbvia.  Primeiro, era fisicamente impossível para Pedro escapar.  E talvez, a outra razão que desencadeou essa oração fervorosa, foi o passado de Pedro.  Ele era conhecido por haver negado o Senhor quando as coisas se complicaram.  “Será que Deus estava respondendo às suas orações?”, poderiam estar pensando esses irmãos.  Mas eu posso garantir que sim!!

Na noite anterior à execução, Pedro estava dormindo como um bebê, acorrentado entre dois soldados.  A fervente e efetiva oração daquele pequeno grupo de cristãos funcionou, e muito. Pedro não só escapou da morte, como também foi libertado da prisão de modo extraordinário.  Deus ouviu e respondeu aquela oração.

Há alguns anos acompanhei um médico que foi atender a um paciente em domicílio. Após examiná-lo, ele me disse: “O coração do homem está mal”.   Eu me perguntei como ele sabia.  Durante a consulta, aquele homem ontra-argumentava que nunca havia sentido tão bem, que sua velha máquina estava em boa forma, e que o médico estava perdendo seu tempo conversando sobre isso.   Mas, independentemente de tudo o que pudesse ser dito, aquele médico sabia que o coração do paciente não estava bem.

Como?  Simples, ele ouviu o coração do homem com um estetoscópio e não prestou atenção ao que o homem dizia. O mesmo acontece com Deus.

Não oramos através de um microfone espiritual, com Deus escutando por meio de fones de ouvido celestiais.  Ele, ao contrário, ouve nossas orações por meio de estetoscópios espirituais.  A prova disse é o que ele diz em Mateus 15:8: “Este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim.”

O chamado de Jeremias, por exemplo, conforme escrito em Lamentações 2:19 foi para “derramar seu coração como água perante o Senhor”. E deve ser considerado hoje.

Você já ouviu alguma vez cristãos, ao partir, dizerem: “Vou orar por você”?  Quantas vezes isso é meramente um modo de dizer adeus.  Quão diferentes foram as palavras do apóstolo Paulo: “Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu filho, é testemunha de como incessantemente faço menção de vós, em todas as minhas orações” (Rm 1:9-10).

Pois oração, para ser fervorosa, tem de ser específica.  Em muitas ocasiões, caímos na rotina de orar “Senhor, abençoa a igreja” ou “Deus, abençoe nosso grupo de vida” ou “Deus, ajude aos irmãos necessitados”.

Mas a oração do líder deve ser específica em duas áreas:  Primeiro, ela deve concentrar-se no crescimento e desenvolvimento de cada pessoa liderada.

O apóstolo Paulo nos deu um exemplo, ele disse:

“Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; afim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no pleno conhecimento de Deus” (Cl 1:9-10).

Do mesmo modo, considere as orações de Epafras.

“Saúda-vos Epafras que é dentre vós, servo de Cristo Jesus, o qual se esforça sobremaneira, continuamente, por vós, nas orações, para que vos conserveis perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus” (Cl 4:12).

A oração é o primeiro elemento da comunhão com o Senhor!

Segundo: Líderes devem orar pela maturidade espiritual de seu grupo, e para que Deus levante dentre eles trabalhadores que possam ir para a colheita nos campos mundo afora.

Em Mateus 9:36-38 está escrito:

“Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. E então se dirigiu a seus discípulos: A seara na verdade é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara”.

O último elemento da comunhão é a obediência.

Não há comunhão com um superior sem que haja obediência a ele, e Jesus Cristo é muito maior que qualquer superior.  Não há comunhão com um superior sem obediência. Jesus disse:

“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14:21).

O Senhor deixou claro o perigo da desobediência:  

“Por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? Todo aquele que vem a mim e ouve as minhas palavras e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. E semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa, e não a pôde abalar, por ter sido bem construída. Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e arrojando-se o rio contra ela, logo desabou; e aconteceu que fo i grande a ruína daquela casa” (Lc 6:46-49).

Uma vida de obediência é a grande motivação das pessoas que que os seguem.  Eles vêem suas vida e são desafiados a níveis mais altos de compromisso e obediência.

Então, os níveis da comunhão são: a Palavra, a oração e a obediência.  Eles são imperativos para líderes.  Os líderes precisam experimentar o poder de Deus em sua vida e ministério regularmente.

Comunhão com o Senhor é o interruptor que completa a conexão e torna a energia disponível.
Sem isso, os líderes não passam de organizadores de atividades e esforços humanos.

Porém, ao viverem em real comunhão com Deus, os líderes são ferramentas nas mãos do Deus Todo poderoso para o cumprimento de Seu propósito na terra.

Pense nisso e busque uma vida de comunhão com o Senhor Jesus.  Que Deus o abençoe!!

Sobre o autor

JulioCozini

Pastor na Comunhão Cristã Verdade e Vida, professor no Centro de Estudos Verdade e Vida. Formado em Teologia e Engenharia de Telecom é casado, pai de dois filhos e apaixonado por Jesus Cristo!

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